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Com 92 anos pediatra atende de graça crianças carentes “Quero morrer ajudando”

Pediatra de 92 anos atende de graça crianças carentes – “Quero morrer ajudando”

Ser médico não é fácil. Inicialmente,  a pessoa deve ser aprovada em um dos vestibulares mais difíceis, depois estudar muito e realmente amar o que faz. Alguns casos as pessoas ganham muito dinheiro, mas manter-se na profissão é necessário muito amor pela profissão.

Foi o que aconteceu com Ivan Fontura. Com 92 anos, o pediatra ainda exerce sua profissão ajudando as pessoas que precisam e estejam em situação de vulnerabilidade social.

O médico aposentou-se em 2005, no entanto ficar em casa com descansando para ele e para sua esposa Eva, que é enfermeira não é uma opção. O casal prefere dedicar seu dia para cuidar dos pacientes humildes gratuitamente em uma comunidade.

O trabalho

Ivan e Eva, há mais de 30 anos contribuem com o Centro de Saúde de Praia de Leste, localizado em Pontal do Paraná.

Além de ser uma grande ajuda para os habitantes desta comunidade, Ivan conquistou as pessoas da comunidade por ser um grande homem, carismático e humilde.

Segundo Ivan ele trabalhará até não poder. “Eu quero morrer de pé. Sofro fisicamente, trabalhando sem parar, descansando apenas para tomar café, mas ser médico é isso. Então recompomos e continuamos.” contou Ivan.

A vontade de tornar-se médico surgiu quando ele recebeu uma visita de um cirurgião quando ele ainda era muito jovem, vendo o médico trabalhar surgiu a vontade de ser igual a ele.

Com isso, Ivan se dedicou aos estudos e em 1951, aos 24 anos, formou-se em medicina e se tornou um excelente médico.

Pouco a pouco, enquanto estudava, sempre pensei em ser médico. A medicina tem sido um trabalho árduo, mas é uma fonte de muita alegria. E este é um salário muito melhor. A medicina faz você aprender, viver momentos dramáticos e guardar tudo para sempre. ” disse Ivan.

Ele graduou-se como médico pela  Universidade Federal do Paraná, e ainda fez um mestrado na Universidade da Califórnia, um doutorado em La Soborna França. E há mais de  68 anos de exercício, Iván continua se preparando para oferecer uma melhor ajuda, sem sequer pensar em dinheiro.

Eu já ganhei dinheiro para viver. Sempre tive contato social com crianças carentes e queria continuar. Havia uma necessidade de ajudar aqui.” As forças que Ivan precisa nascem de seu amor para ajudar as crianças que precisam dele. É graças a eles que sempre mantêm a vontade de melhorar suas vidas, finalizou o médico.

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