Alimentação Infantil

Criança com autismo melhora com dieta sem glúten e sem caseína

Os números de crianças com autismo vem se tornando maiores cada vez mais. Com isso, questionamentos de como melhorar a qualidade de vida das pessoas com essa condição vem surgindo a cada dia. Diagnóstico precoce, medicamentos e terapias são grandes aliados no tratamento do autismo. Porém, recentemente a utilização de uma alimentação específica vem chamando a atenção de pais e médicos. Foi o que aconteceu com garoto Ethan Fox.

É fato que para crianças autistas alimentação é algo muito sério. Elas não devem ser encaixadas em um padrão único de alimentação. Contudo, geralmente, a criança com TEA tem maior seletividade alimentar, apresentando assim maior risco de desnutrição por falta de micronutrientes e por esse motivo, merece atenção especial.

Foi o que aconteceu com Ethan, com o apoio dos seus pais ele foi tratado pelo Dr. Kenneth Bock, que é um especialista em autismo e autor de “Curar as novas epidemias da infância“. Ele apresentou essa nova perspectiva para os pais de Ethan, em relação a alimentação do garoto, com a retirada do glutén e de laticínios. Estima-se que essa mudança na alimentação mudou o comportamento do garoto para melhor, fazendo com que as crises desaparecessem drasticamente.

Estima-se que essa mudança de alimentação possa beneficiar também pessoas TDHA, asma e alergias.

Segundo o Dr. Bock, acredita-se que mudanças na dieta de uma crianças com autismo não incluindo glúten e laticínios (caseína) podem ajudar 60% das crianças com autismo.

Abaixo segue o vídeo com a história do garoto:

A desmistificação de que o autismo era causado por vacinas já aconteceu. Apesar de haver estudos desde 1990 relacionando as vacinas ao autismo, essa premissa não foi confirmada.

Porém, com o relato do caso de Ethan é possível verificar a mudança da alimentação como aliada ao tratamento do autismo. Inclusive no seu depoimento a TV fala-se até de cura. Todavia, cada cado é um caso e cada criança é uma criança.

Segundo dados do CDC (Center of Deseases Control and Prevention), órgão ligado ao governo dos Estados Unidos, existe hoje um caso de autismo a cada 110 pessoas. Dessa forma, estima-se que o Brasil, com seus 200 milhões de habitantes, possua cerca de 2 milhões de autistas. São mais de 300 mil ocorrências só no Estado de São Paulo. Contudo, apesar de numerosos, os milhões de brasileiros autistas ainda sofrem para encontrar tratamento adequado.

Apesar de o autismo ter um número relativamente grande de incidência, foi apenas em 1993 que a síndrome foi adicionada à Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde. A demora na inclusão do autismo neste ranking é reflexo do pouco que se sabe sobre a questão. Ainda nos dias de hoje, o diagnóstico é impreciso, e nem mesmo um exame genético é capaz de afirmar com precisão a incidência da síndrome.

Mas se o autismo foi diagnosticado cedo, com medicamentos, terapias e uma boa alimentação estima-se que a criança poderá ter uma vida bem mais tranquila.

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Fonte: http://www.usp.br/espacoaberto/?materia=um-retrato-do-autismo-no-brasil

             http://www.erasmobraga.com.br/artigos/crianca-com-autismo-recupera-com-dieta-sem-gluten-e-sem-caseina

 

 

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